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O meu remédio estava na ESCOLA DE VOCÊ


Quando sentir uma vontade desesperada de pedir ajuda, peça e faça a si mesma.
Foi assim quando gritei o mais alto que podia.
Até então eram gritos roucos, abafados. Foi uma longa jornada até se tornarem audíveis à minha própria consciência.
Acho que era o meu subconsciente pedindo socorro.

Angústia

Naquele dia a angústia era ainda maior, estava vindo à tona. Mas como me ajudar?  Claro que já tinha recorrido aos médicos e fora diagnosticado gastrite, psicodermatoses, estresse, cefalalgia, fibromialgia, cervicalgia e outras algias da vida.
No entanto, nenhuma farmacoterapia foi capaz de debelar aquela angústia.
Então, o paliativo era reagir. Reagir a tudo e a todos que se apresentassem de forma injusta e prepotente, ao ponto de criar uma própria imagem negativa.
Como poderia alguém tão preparada profissionalmente, esforçada e batalhadora, agir de tal forma, reativa e intolerante?
Era preciso fazer algo. Era desesperador. Precisava parar para ouvir, acordar para sentir um eco ao próprio grito. Tinha receio de saber a procedência, mas precisava criar coragem.
Busquei leituras, vídeos, conferências, conexão com o divino. E foi então que cheguei aos movimentos empoderadores. Filosofias de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Pronto, era uma luz!  Nossa! O que encontrei? A luz no fim do túnel, a Escola de Você.
E sigo nesta busca e descoberta maravilhosa de autoconhecimento e empoderamento, que  me leva a uma sensação de limpeza, de pós-faxina, em que se começa a colocar as coisas em seus devidos lugares.
Foi na Escola de Você que encontrei o autoempoderamento. Respostas que tanto se busca, muitas vezes nos outros e em lugares longínquos, e nada mais é do que em você mesmo que elas estão.
Sigo assim, me explorando a cada dia. A Escola de Você só tem contribuído neste processo. Hoje tenho clareza de onde vêm os meus gritos e por eles posso chegar à causa raiz das minhas angústias e feridas. Posso tratá-las, fazendo curativos todos os dias, não deixando que sangrem e que evoluam ao ponto de se transformarem em sentimentos tóxicos.
No momento, entendo que o amor é o analgésico mais apropriado para as dores emocionais, começando pelo amor próprio.  É desenvolvendo esse nobre sentimento que chegamos à autocura.
Em busca da autorrealização sigo em frente na Escola de Você.
*Dalva Santos é aluna da Escola de Você em Teresina. Enfermeira, Educadora em Saúde, coach e pós-graduanda do curso de acupuntura pela ABA.

Comentários

  • Roberta
    19 de abril de 2017

    Os cursos da Escola de Você realmente nos fazem ter uma visão diferente sobre a vida.

  • Stella Britto Mendes
    20 de abril de 2017

    Que maravilha esse depoimento da Dalva, quebiom que ela encontrou aqui a força necessária pra ouvir a que mais precisava, ela mesma. Talvez a resposta que ouvimos de nós mesmas seja a mais difícil de de ser ouvida, pois exige uma coragem enorme de confronto e verdade.

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